Não julgueis para não ser julgados


"Não julgueis, a fim de não serdes julgados; - porquanto sereis julgados conforme houverdes julgado os outros; empregar-se-á convosco a mesma medida de que vos tenhais servido para com os outros. Mateus, 7:1 e 2.
O reproche  lançado à conduta de outrem pode obedecer a dois móveis: reprimir o mal, ou desacreditar a pessoa cujos atos se criticam. Não tem escusa nunca este último propósito, porquanto, no caso, então, só há
maledicência e maldade. O primeiro pode ser louvável e constitui mesmo, em certas ocasiões, um dever, porque um bem deverá daí resultar, e porque, a não ser assim, jamais, na sociedade, se reprimiria o mal. Não cumpre, aliás, ao homem auxiliar o progresso do seu semelhante? Importa, pois, não se tome em sentido absoluto este princípio:"Não julgueis se não quiserdes ser julgado", porquanto a letra mata e o espírito vivifica.

O Evangelho Segundo o Espiritismo, CapítuloX, item 13

Maledicência:
s. f.

1. Qualidade de quem é maledicente.
2. Acto de dizer mal. = DIFAMAÇÃO, MURMURAÇÃO
Maledicente:
(latim maledicens, -entis)
adj. 2 g. s. 2 g.

O mesmo que maldizente.
Maldizente:
(latim maledicens, -entis)
adj. 2 g. s. 2 g.
Que ou quem costuma falar mal dos outros. = DIFAMADOR, MALEDICENTE

Maldade:
s. f.
1. Tendência a praticar o mal.
2. Acção ruim, iniquidade, crueldade.
3. [Informal]  Génio travesso.
4. Travessura (falando-se de crianças.)

2 comentários:

  1. Belíssimas palavras.
    É tão fácil achar os defeitos dos outros, mas na maioria das vezes não queremos ser apontados nos nossos...
    Então basta que não julguemos.
    Abraços

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