Avise a você


Aprenda a admoestar-se, antes que a vida admoeste a você.
Se o seu problema é alimentar-se excessivamente, exponha na mesa está legenda
escrita, diante dos olhos:
- Devo moderar meu apetite.
Se a sua luta decorre da preguiça, dependure este dístico à frente do próprio leito para
a reflexão cada manhã:
- Devo trabalhar honestamente.
Se a sua intranqüilidade surge da irritação sistemática, coloque este aviso em
evidência no lar para observação incessante:
- Devo governar minhas emoções.
Se o seu impedimento irrompe de vícios arraigados, carregue consigo um cartão com
esta lembrança breve:
- Devo renovar-me.
Se o seu caso difícil é a inquietação sexual, traga no pensamento este aviso constante:
- Devo controlar meus impulsos.
Se o seu ponto frágil está na palavra irrefletida, espalhe este memorando em torno de
seus passos:
- Devo falar caridosamente.
Não acredite em liberdade incondicional. Todo direito está subordinado a determinado
dever. Ninguém abusa sem consequências.
Repare os sistemas penalógicos da vida funcionando espontaneamente.
Enfermidades compartilham excessos...
Obsessões cavalgam desequilíbrios...
Cárceres segregam a delinquência...
Reencarnações expiatórias acompanham desatinos...
Corrijamos a nós mesmos, antes que o mundo nos corrija.
Todos sabemos proclamar os méritos do pensamento positivo, entretanto, não há
pensamento positivo para o bem sem pensamento reto.
O tempo é aquele orientador incansável que ensina a cada um de nós, hoje, amanhã e
sempre que ninguém pode realmente brincar de viver.




André Luiz/Ideal Espírita - Autores Diversos

Emmanuel comentando sobre "Altar"



Do livro “Fonte Viva”  Capítulo 13, versículo 10 da Epístola de Paulo aos Hebreus:

“Temos um altar” - Paulo

"...Apresentemos ao Senhor as nossas oferendas e sacrifícios em quotas abençoadas de amor ao próximo, adorando-o, através do altar do coração, e prossigamos no trabalho que nos cabe realizar."



Pensar

 
O pensamento é a nossa capacidade criativa em ação. Em qualquer tempo, é muito important não nos esquecermos disso.

A idéia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o destino.

A sua vida será sempre o que você esteja mentalizando constantemente... Em razão disso, qualquer mudança real em seus caminhos, virá unicamente da mudança de seus pensamentos.

Imagine a sua existência como deseja deva ser e, trabalhando nessa linha de idéias, observará que o tempo lhe trará as realizações esperadas.

As leis do destino carrearão de volta a você tudo aquilo que você pense. Nesta verdade, encontramos tudo o que se relacione conosco, tanto no que se refere ao bem, quanto ao mal.

Observe e verificará que você mesmo atraiu para o seu campo de influência tudo o que você possui tudo aquilo que faz parte do seu dia-a-dia...

Deus é Amor e não pune criatura alguma. A própria criatura é que se culpa e se corrige, ante os falsos conceitos que alimente com relação a Deus.

Em nosso íntimo a liberdade de escolher é absoluta; depois da criação mental que nos pertence, é que nos reconhecemos naturalmente sujeitos a ela.

O Bem Eterno é a Lei Suprema; mantenha-se no bem a tudo e a todos e a vida se lhe converterá em fonte de bênçãos.

Através dos princípios mentais que nos regem, de tudo aquilo de nós que dermos aos outros, receberemos dos outros centuplicadamente.



Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Respostas da Vida. Ditado pelo Espírito André Luiz. Capítulo 23 





Vencer o Mal






Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem.” – Paulo.
(Romanos, 12:21.)
Comumente empregamos a expressão “guerrear o mal”, como se bastassem nossas
atitudes mais fortes para exterminá-lo e vencê-lo.
Sem dúvida, semelhante conceituação não é de todo imprópria, porque, em muitas
circunstâncias, para limitá-lo não podemos dispensar vigilância e firmeza.
Ainda assim, muitas vezes, zurzindo-lhe as manifestações com violência, criamos outros
males a se expressarem através de feridas que apenas o bálsamo do tempo consegue
cicatrizar.
O apóstolo, contudo, é claro na fórmula precisa ao verdadeiro triunfo.
“Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem”.
Perseguir, quase sempre, é fomentar.
O melhor processo de extinguir a calúnia e a maledicência é confiar nosso próprio verbo à
desculpa e à bondade. O recurso mais eficiente contra a preguiça é o nosso exemplo
firme no trabalho constante. O meio mais seguro de reajustar aqueles que desajudam ao
próximo é ajudar incessantemente. O remédio contra a maldição é a bênção. Os antídotos
para o veneno da injúria são a paz do silêncio e o socorro da prece.
Por isso mesmo, Jesus ensinou:
“Amai os vossos inimigos.
Bendizei os que vos maldizem.
Orai por aqueles que vos maltratam e caluniam.
Perdoai setenta vezes sete.
Ofertai amor aos que vos odeiam”.
Podemos, pois, muitas vezes, combater o mal para circunscrever-lhe a órbita de ação,
mas a única maneira de alcançar a perfeita vitória sobre ele será sempre a nossa perfeita
consagração ao bem irrestrito.
Do Livro "Palavras de Vida Eterna" - Psicografia F.C.Xavier pelo Espírito Emmanuel


Obras Doutrinárias

  • O Livro dos Espíritos
  • O Livro dos Médiuns
  • O Evangelhos Segundo o Espiritismo
  • A Gênese
  • O Céu e o Inferno
  • O que é o Espiritismo
  • Obras Póstumas
  • A Revista Espírita





 Dos cinco livros fundamentais que compõem a Codificação do Espiritismo, este foi o primeiro, reunindo os ensinos dos Espíritos superiores através de médiuns de várias partes do mundo.
Ele é o marco inicial de uma Doutrina que trouxe uma profunda repercussão no pensamenta e na visão de vida de considerável parcela da Humanidade, desde 1857, data da primeira edição francesa.
Estruturado em quatro partes e contendo 1019 perguntas formuladas pelo Codificador, aborda os ensinamentos espíritas de uma forma lógica e racional, sob os aspectos científico, filosófico e religioso.
Independentemente de crença ou convicção religiosa, a leitura de O Livro dos Espíritos será de imenso valor para todos, porque trata de:
*DEUS;
*SOBRE A IMORTALIDADE DA ALMA;
*DA NATUREZA DOS ESPÍRITOS;
*DE SUAS RELAÇÕES COM OS HOMENS;
*AS LEIS MORAIS;
*A VIDA PRESENTE;
*A VIDA FUTURA;
*DO PORVIR DA HUMANIDADE; que são os princípios fundamentais da Doutrina Espírita;

A primeira parte trata Das causas primárias;
A segunda parte trata Do mundo espírita  ou mundo dos Espíritos;
A terceira parte trata Das Leis Morais;
A quarta parte trata Das esperanças e consolações;
Cada uma dessas partes corresponde a um livro da codificação onde os assuntos serão desenvolvidos com amplidão. Então, correspondem assim:
A parte primeira corresponde ao Livro A Gênese;
A parte segunda corresponde ao Livro dos Médiuns;
A parte terceira corresponde ao Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo; 
A quarta parte corresponde ao Livro O Céu e o Inferno Segundo o Espiritismo;
 Na primeira parte, Das causas primárias, no Capítulo I - De Deus, Allan Kardec abre este livro com uma questão muito importante  para todos nós, porque através desta resposta, que deve ser tema central das nossas vidas, dando continuidade aos ensinos dado por Jesus registrado nos quatro Evangelhos, quando ele afirmou "Deus é Pai".
Questão 1: Que é Deus?
"Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas."
Na Terceira parte, Das Leis Morais, no Capítulo I - Da Lei Divina ou Natural entre outras questões, há uma que é de suma importância, para usarmos de base para o conhecimento de nós mesmos e com o cuidado que devemos ter com o nosso próximo para nossa redenção.
Questão 625. Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
“Jesus.”
E Allan Kardec faz um comentário desenvolvendo a questão:
Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava.
Quanto aos que, pretendendo instruir o homem na lei de Deus, o têm transviado, ensinando-lhe falsos princípios, isso aconteceu por haverem deixado que os dominassem sentimentos demasiado terrenos e por terem confundido as leis que regulam as condições da vida da alma, com as que regem a vida do corpo. Muitos hão apresentado como leis divinas simples leis humanas estatuídas para servir às paixões e dominar os homens.

Fonte de consulta: O Livro dos Espíritos.
"A comunicabilidade dos Espíritos com os encarnados não é um fato recente, mas antiquissímo, com a única diferença que, no passado, era apanágio dos chamados iniciados e na atualidade, com o advento do Espiritismo, tornou-se fenômeno generalizado a todas as camadas sociais."

PAZ EM CASA

 
...e em qualquer casa onde entrardes,dizei antes:
“paz seja nesta casa” – Jesus (Lucas 10:5)
Compras na terra o pão e a vestimenta, o calçado e o remédio, menos a paz.
Dar-te-á o dinheiro residência e conforto, com exceção da tranqüilidade de espírito.
Eis porque nos recomenda Jesus venhamos a dizer, antes de tudo, ao entramos numa
casa: "paz seja nesta casa".
A lição exprime vigoroso apelo à tolerância e ao entendimento.
No limiar do ninho doméstico, unge-te de compreensão e de paciência, a fim de que não
penetres o clima dos teus, à feição de inimigo familiar.
Se alguém está fora do caminho desejável ou se te desgostam arranjos caseiros, mobiliza
a bondade e a cooperação para que o mal se reduza.
Se problemas te preocupam ou apontamentos te humilham, cala os próprios
aborrecimentos, limitando as inquietações.
Recebe a refeição por bênção divina.
Usa portas e janelas, sem estrondos brutais.
Não movas objetos, de arranco.
Foge à gritaria inconveniente.
Atende ao culto da gentileza.
Há quem diga que o lar é ponto do desabafo, o lugar em que a pessoa se desoprime.
Reconhecemos que sim; entretanto, isso não é razão para que ele se torne em praça
onde a criatura se animalize.
Pacifiquemos nossa área individual para que a área dos outros se pacifique.
Todos anelamos a paz do mundo; no entanto, é imperioso não esquecer que a paz do
mundo parte de nós.

Palavras de Vida Eterna/Emmanuel
Imagem: Google Imagens

Jesus e o amigos


"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a vida pelos seus amigos." Jesus
João 15:13
Na localização histórica do Cristo, impressiona-nos a realidade de sua imensa afeição pela Humanidade.
Pelos homens, fez tudo o que era possível em renúncia e dedicação.
Seus atos foram celebrados em assembléias de confraternização e de amor. A primeira manifestação de seu apostolado verificou-se na fesa jubilosa de um lar. Fez companhia aos publicanos sentiu sede da perfeita compreensão de seus discípulos. Era amigo fiel dos necessitados que socorriam de suas virtudes imortais. Através das lições evangélicas, nota-lhe o esforço para ser entendido em sua infinita capacidade de amar. A última ceia representa uma paisagem completa de afetividade de cada um...
Entretanto, ao primeiro combate com as forças destruidoras, experimenta o Mestre o supremo abandono. Em vão, seus olhos procuram a multidão dos afeiçõados, beneficiados e seguidores.
Os leprosos e os cegos, curados por suas mãos, haviam desaparecido.
Judas entregou-o com um beijo.
Simão, que lhe gozara a convivência deméstica, negou-o três vezes.
João e Tiago dormiram no Horto.
Os demais preferiram estacionar em acordos apressados com acusações injustas. Mesmo depois da Ressurreição, Tomé exigiu-lhe sinais.
Quando estiveres na "porta estreita", dilatando as conquista da vida eterna, irás também só.
Não aguardes amigos. Não te compreenderiam; no entanto, não deixes de amá-los. São crianças.
E toda criança teme e exige muito.

Caminho, Verdade e vida/Francisco C. Xavier




"Deus não se engana. Os homens é que são obrigados a modificar as suas leis, por imperfeitas. As de Deus, essas são perfeitas. A harmonia que reina no universo material, como no universo moral, se funda em leis estabelecidas por Deus desde toda a eternidade."

O Livro dos Espíritos/Allan Kardec

Granjeai amigos


"Também vos digo: granjeai amigos com as riquezas da injustiça."
- Jesus (Lucas, 16:9)
Se o homem conseguisse, desde a experiência humana, devassar o pretérito profundo, chegaria mais rapidamente à conclusão de que todas as possibilidades que o felicitam, em conhecimento e saúde, provêm da Bonadade Divina e de que a maioria dos recursos materiais, à disposição de seus carpichos, procede da injustiça.
Não nos cabe particularizar e, sim, deduzir que as  concepções do direito humano se originam da influência divina, proque, quanto a nós outros, somos compelidos a reconhecer nossa vagarosa evolução individual do egoísmo feroz para o amor universalista, da iniquidade para a justiça real.
Bastará recordar, nesse sentido, que quase todos os Estados terrestres se levantaram, há séculos, sobre conquistas cruéis. Com exceções, os homens têm sido servos dissipadores que, no momento do ajuste, não se mostram a altura da mordomia.
Eis por que Jesus nos legou a parábola do empregado infiel, convidando-nos à  fraternidade sincera para que, através dela, encontremos o caminho de reabilitação.
O Mestre aconselhou-nos a granjear amigos, isto é, a dilatar o círculo de simpatias em que nos sintamos cada vez mais intensivamente amparados pelo espírito de cooperação e pelos valores intercessórios.
Se o nosso passado espiritual é sombrio e doloroso, busquemos simplificá-lo, adquirindo dedicações verdadeiras, que nos auxiliem através da subida áspera da redenção. Se não temos hoje determinadas ligações com as riquezas da injustiça, tivemo-las, ontem, e faze-se imprescindível aproveitar o tempo para o nosso reajustamento individual perante a Justiça Divina.
Fonte: Pão Nosso/Emannuel